
Este é um blog assumidamente do contra. Contra a burrice, a acomodação, o conformismo, o infantilismo, a ingenuidade, a abobalhação e a estupidez que ameaçam tomar conta do País e do Mundo. Seja livre. Seja do contra. - "A ingenuidade é uma forma de insanidade" (Graham Greene)
terça-feira, maio 31, 2011
OS ASSASSINOS "DELES" E OS "NOSSOS". OU: TERRORISTAS E TORTURADORES, QUAL A DIFERENÇA?

UMA IDÉIA VIAJANDONA

terça-feira, maio 24, 2011
MINHA TEORIA DA CONSPIRAÇÃO FAVORITA

sexta-feira, maio 20, 2011
CHEGA DE BOIOLICE
quarta-feira, maio 18, 2011
QUERO SER PETISTA

terça-feira, maio 17, 2011
OS PETISTA ASTRAVANCA O POGREÇO
sábado, maio 14, 2011
O DIREITO EXISTE PARA FAZER JUSTIÇA, NÃO PARA PROTEGER CRIMINOSOS CONTRA A HUMANIDADE
Dois exemplos, um deles bem recente, encaixam-se perfeitamente no caso de Bin Laden:
• Em 1960, um comando israelense sequestrou em Buenos Aires o criminoso de guerra nazista Adolf Eichman, que lá vivia havia anos, levando-o para Jerusalém, onde foi julgado, condenado à morte e enforcado. Legalmente, a operação poderia ser caracterizada como uma violação da soberania da Argentina, já que foi realizada sem o conhecimento das autoridades locais (Eichman havia inclusive se naturalizado cidadão argentino). Eichmam foi um dos assassinos em massa mais frios de todos os tempos, responsável por milhares de mortes de judeus em campos de extermínio nas áreas ocupadas pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Quem violou o Direito Internacional: os israelenses, que o capturaram, ou o governo argentino de então, que dava abrigo e proteção a criminosos nazistas?
• Em março de 2008, um bombardeio do Exército colombiano matou vários membros das FARC, a narcoguerrilha comunista que atua há anos na Colômbia. Entre eles, o número dois da organização, Raúl Reyes. O bombardeio aconteceu em um acampamento das FARC localizado em território do Equador, cujo governo imediatamente reclamou de violação de sua soberania. Quem cometeu um atentado ao Direito Internacional: o governo da Colômbia, que eliminou Reyes, ou o governo do Equador, que, revelou-se então, abriga e protege narcoterroristas?
Se dependesse dos humanistas e legalistas da esquerda liberticida e americanófoba, Bin Laden ainda estaria vivo, solto e planejando ataques. Esses senhores não dão a mínima para os milhares de civis mortos em atentados terroristas pela Al Qaeda. Querem apenas um pretexto para atacar o “império”.
Mesmo com Barack Hussein Obama na presidência dos EUA, os esquerdopatas não podem dizer abertamente que morreu um aliado deles, e inventam desculpas jurídicas. Perfeitos fariseus, acham que caçar e eliminar terroristas e genocidas é ilegal, mas abrigá-los, não. Para eles, Adolf Eichman, Raúl Reyes e Osama Bin Laden são vitimas.
Para a parte da humanidade que presta, eles tiveram o que mereceram. O Direito existe para fazer Justiça. E a Justiça foi feita. Por isso não se conformam.
quinta-feira, maio 12, 2011
EU, A VERGONHA DA PÁTRIA

Mais uma vez respeito que alguém assim representando meu país é uma vergonha para a diplomacia
quarta-feira, maio 11, 2011
UMA PERGUNTA INCÔMODA

AS VIÚVAS DO BIN LADEN. OU: MATAR TERRORISTAS NÃO PODE, MAS ABRIGAR TERRORISTAS PODE... OU: O DIREITO INTERNACIONAL A SERVIÇO DO TERROR

Mas uma nação como os EUA que pregam tanto a democracia, agir desta maneira é se igualar aos terrorista islâmicos, usar tortura e matar dois homens desarmados foi no mínimo se igualar aos homens bomba que matam inocentes sim.
Pois é. Primeiro, a morte de Bin Laden foi ilegal. Agora, Bin Laden e os EUA nivelados... Precisa dizer mais alguma coisa?
A MAIS NOVA “CAUSA NOBRE” DOS ÓRFÃOS DE BIN LADEN
terça-feira, maio 10, 2011
O LAMENTO DAS VIÚVAS DO TERRORISTA

"Ele deveria ter sido preso e julgado", choramingou o pai do Supla. É, deveria. Mas tem um pequeno detalhe aí: depois de prendê-lo, onde ele ficaria custodiado? Em Guantánamo? (mas a prisão não é ilegal, como afirmam os inimigos do "império"?). Na Arábia Saudita, onde já o esperava uma condenação à morte? Em Haia, cujo Tribunal Penal Internacional é motivo de controvérsia? Ou, quem sabe, na Papuda, em Brasília? Suplicy deve saber. Lindbergh também. Cristóvam idem. "Mas e os criminosos nazistas, como Goering e Hess, não foram julgados em Nuremberg?", perguntam os que se esquecem que Goering e Hess se renderam às tropas aliadas, encarando o julgamento que veio depois.
Todo esse chororô sobre Bin Laden, um dos maiores assassinos da História, que estava se lixando para soberania e direitos humanos, só é possível porque Eduardo Suplicy é possível. Desde 2001, os EUA estão em guerra. E, numa guerra, o inimigo é morto. Ao decretar guerra ao povo americano – ao mundo civilizado, na verdade –, tendo sido responsável por milhares de mortes de civis inocentes, Bin Laden tornou-se um alvo militar legíitimo. Não era um batedor de carteiras.
Pelo visto, as palavras "guerra" e "terrorismo" são completamente desconhecidas para Suplicy, o senador das boas causas. Também pudera. Humanista que é, ele já demonstrou seu amor pela legalidade e pelos direitos humanos ao posar para fotos na cadeia ao lado do terrorista italiano Cesare Battisti, promovido a refugiado político por Tarso Genro. Não me causa surpresa vê-lo agora chorar a morte de Bin Laden, cobrando para ele o mesmo tratamento que ele negou a suas vítimas. Tampouco me surpreenderia se o visse visitando seu novo amigo Osama em alguma prisão, se ele tivesse sido preso, posando para fotos, todo sorrisos, ao lado do chefe da Al-Qaeda. Aliás, nada que vier de Suplicy me surpreende.
Informa a imprensa que, ao livrar o mundo de sua presença, Obama deixou três viúvas. Esqueceram-se de suas três viúvas brasileras do Congresso Nacional. Pelo menos uma delas, Eduardo Suplicy, tem razões particulares para lamentar a morte de Bin Laden. Afinal, ele perdeu a oportunidade de defender mais uma causa nobre.
P.S.: Já tinha terminado de escrever o post acima quando me deparei com o comentário abaixo, assinado por um certo Zé, um sujeito que, além de tudo, é meio distraído. Certos comentários dispensam comentários. Vejam e se espantem.
Engraçado você falar que o ato do STF para benefício dos gays foi inconstitucional, mas nada falar sobre a morte de Bin Laden, onde os EUA claramente desrespeitaram em mais de um ponto a "Declaração Universal dos Direitos Humanos", a qual os próprios EUA são signatarios. Além disso, invadiram um país legalmente constituído (Paquistão) sem sequer avisarem.
Quer dizer que se algo beneficía os gays, então, é inconstitucional, mas se for em benefício da guerra dos EUA, então tá tudo bem.
Precisa comentar?
segunda-feira, maio 09, 2011
MALÍCIA OU DISLEXIA?

sábado, maio 07, 2011
O GOLPE DO STF. E UMA PERGUNTA: GAYS NÃO FAZEM SEXO?

§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
AINDA O DESARMAMENTISMO: EXPLICANDO O DIREITO DE AUTODEFESA (APERTANDO A TECLA SAP)
OK! Aceito plenamente o direito que todos tem de escolher ter ou não uma arma. Mas pergunto por que esse direito vem na frente de outros? Considero tão essencial como este, o meu direito de escolher ter mais de uma mulher legalmente (poligamia) e o meu direito de escolher usar drogas ou não (sem que esta escolha seja criminalizada). Por que tais direitos não poderiam ser legalizados também?
Simples: porque existe uma coisa chamada senso de proporções.
Igualar o direito à autodefesa - algo tão básico que é reconhecido até pela Igreja Católica - com escolher ter quantas esposas quiser, usar drogas ou não etc., é não saber o significado das palavras "direito" e "escolha". Primeiro, porque, ao contrário do direito à própria segurança, a poligamia é uma questão cultural, não universal - há lugares, como os países árabes, em que ela é permitida juridicamente. Segundo, porque a descriminalização do comércio e uso de drogas ilícitas implicaria em outros danos (sobretudo sociais) além dos que já são infligidos à saúde do viciado (sobre isso já escrevi bastante no blog; basta pesquisar) - nada a ver também, portanto, com o direito legítimo à autodefesa.
Enfim, não há como botar no mesmo saco o direito fundamental de escolher sobre a própria segurança e nada do que está aí em cima. Pelo mesmo motivo que não é possível dizer, sem ofender a Lógica, que o direito à autodefesa significa o direito a ter uma bomba atômica em casa ou a praticar tiro ao alvo nos transeuntes com uma arma de fogo. O direito a ter um carro não me dá o direito a usá-lo para atropelar os pedestres.
Ficou claro ou preciso desenhar?
SOBRE OBAMA. OU: DE COMO SER UM "BOM LÍDER" SEM PRECISAR RESPEITAR A LEI...
Elas por elas não! Falemos mal de todos os que tiverem erros e problemas e não só de alguns...
Ok, falemos então. Critico Obama por ser um farsante que esconde a própria nacionalidade, e por surfar na onda alheia. Posso dizer o mesmo de Bush?
A propósito, já que perguntou, terrorismo sionista é tão errado quanto terrorismo islamita.
Engana-se. O terrorismo não se define apenas pelos métodos empregados, mas pela causa, ou ideologia, em nome da qual se mata. Do contrário, ou seja, se é tudo uma questão de "método", pode-se igualar movimentos como a Al Qaeda e a Resistência Francesa contra a ocupação nazista na II Guerra. Um exemplo de terrorismo sionista foi o Grupo Stern, que atuou nos anos 40 contra a dominação inglesa na Palestina - seus membros chegaram a explodir um hotel, com dezenas de mortes civis inocentes, em nome da causa sionista (a recriação do "Israel bíblico" etc.). De forma semelhante, grupos como o Hamas usam o terrorismo a partir de uma interpretação fundamentalista do Corão e visam a instalar uma teocracia islâmica, sendo, portanto, um exemplo de terrorismo islamita. Daí a inocuidade de se falar em "guerra ao terror", expressão que não significa absolutamente nada (ao contrário de terrorismo islamita). Um pouco de estudo faria bem ao leitor.
Quanto a Obama, o problema é que você está hiperdimensionando algo para justificar todo o resto. Caso Obama não tivesse problema algum para ser presidente, mas fosse infiel (como Clinton) isso provavelmente seria motivo para taxá-lo de mau presidente, mentiroso e outros blá blá blá que já há muito ouço. Mas o fato de ser infiel com a esposa ou não ser americano de fato, não faz dele um mal líder. Para ser mal líder é preciso outra justificativa.
O que eu estaria "hiperdimensionando", segundo o leitor, seria o fato de que até agora Obama não provou, por A mais B, que é um natural born citizen, condição indispensável para quem quiser ser presidente dos EUA. É o fato de que, portanto, sua eleição ao cargo pode ter sido ILEGAL - o que, se comprovado, será o maior escândalo político da História dos EUA, capaz de deixar Watergate no chinelo.