O Brasil está ficando cada vez mais um país sem-graça. E mais feio. E mais burro. Graças aos petistas.Este é um blog assumidamente do contra. Contra a burrice, a acomodação, o conformismo, o infantilismo, a ingenuidade, a abobalhação e a estupidez que ameaçam tomar conta do País e do Mundo. Seja livre. Seja do contra. - "A ingenuidade é uma forma de insanidade" (Graham Greene)
domingo, outubro 09, 2011
POR UM PAÍS MAIS BURRO, MAIS FEIO E MAIS SEM-GRAÇA: É A CENSURA LULOPETISTA EM AÇÃO
O Brasil está ficando cada vez mais um país sem-graça. E mais feio. E mais burro. Graças aos petistas.sexta-feira, outubro 07, 2011
PIADA PRONTA
Ah, assim eu não aguento! quinta-feira, outubro 06, 2011
SEM COMENTÁRIOS

Um leitor anônimo me mandou uma piada ótima. Vejam e caiam na gargalhada (sublinhei os trechos mais engraçados):
Fidel Castro Por incrível que pareça, há “pouco” tempo atrás fez um lado de todo um continente tremer, enquanto o outro lado o via como um exemplo a seguir, fez o mundo parar inúmeras vezes pra ouvir seus discursos, seja por medo ou admiração, salvou milhares de pessoas da fome, da prostituição e da ignorância, colocou sua vida em favor de seu país e seu povo. Fidel amou cada ser humano que passou por sua vida, indiretamente ou diretamente, não resolveu todos os problemas da ilha e muito menos do planeta, mas tudo que ele conseguiu fazer foi feito com amor, de dentro da alma. Aquele velho doente é um dos maiores Heróis da História da Humanidade. Publicar Excluir
Depois dessa, só assim mesmo:
quarta-feira, outubro 05, 2011
A ESTUPIDEZ DO ANTIAMERICANISMO
sábado, outubro 01, 2011
O BODE EXPIATÓRIO DO MUNDO
Um devoto anônimo da seita antiamericana - a religião que mais cresce no mundo, mais até do que o Islã ou os cultos evangélicos - me mandou um longo comentário em que se queixa, chorosamente, da "excessiva atenção" dada nos últimos dias aos dez anos da tragédia do 11 de setembro de 2001 nos EUA. Lembrando os bombardeios atômicos a Hiroshima e Nagasaki na II Guerra Mundial, ele (ou ela) diz lamentar o fato de nenhum militar norte-americano (ou de qualquer país aliado, enfim), ao contrário do que ocorreu com os alemães e japoneses, ter sido condenado pelas atrocidades cometidas contra a população civil (na Alemanha e no Japão, por exemplo). Afirma, ainda, ver "com indignação" as reportagens e documentários sobre os ataques terroristas, pois, segundo diz, "há muito não escuto falar nada sobre as atrocidades que os americanos cometeram contra o mundo" (sic). No final, solta a seguinte pérola:quinta-feira, setembro 29, 2011
E ELE É DOUTOR!
O "dotô onóriscauza" em um momento de profunda reflexão intelectualSaiu na midia:
Lula recebe título "honoris causa" em Paris
Qual o melhor comentário para a notícia acima?
a) Dizem que é o primeiro latino-americano a receber esse título. E o primeiro que não sabe soletrá-lo.
b)"O que faz um doutor honoris causa? Eu não sei, mas quando eu for escolhido, eu te conto" (Tiririca)
c) Que bom! Agora só falta dar o prêmio mundial de honestidade ao Zé Dirceu, ao companheiro Delúbio e ao Valdemar Costa Neto.
d) E olha que ele nem precisou escrever um livro. Nem ler.
e) Lula doutor em Paris? E depois você ainda pergunta por que a Europa está em crise...
f) "Gringos trouxas" (o homenageado).
quarta-feira, setembro 28, 2011
O PONTO ONDE ESTAMOS

DA IMPOSSIBILIDADE DE DEBATER COM ESQUERDISTAS
"Quando alguém está honestamente certo 55% do tempo, isso é muito bom e não faz sentido discordar. Se alguém está 60% certo, isso é maravilhoso, sinal de boa sorte...mas o que deve ser inferido sobre estar 75% certo? Os sábios diriam que é algo suspeito. Bem, que tal 100% certo? Quem quer que diga estar 100% certo é um fanático, um criminoso e o pior tipo de crápula." Velho provérbio judeu da Galícia, citado por Czeslaw Milosz, Mente Cativa. Durante anos, alimentei a esperança de que era possível debater racionalmente com gente da esquerda. Acreditava, então, que era factível sentar para conversar e trocar idéias com quem segue os ensinamentos de Marx e Lênin, como pessoas civilizadas. Vã ilusão. Depois de várias tentativas, percebi finalmente que aquela era uma busca ingênua, que eu estava à procura do inalcançável.
Já me resignei diante do fato de que jamais verei um Noam Chomsky debatendo, por exemplo, com um Roger Scruton, ou um Emir Sader fazendo o mesmo com um Olavo de Carvalho. Sempre que eu tentava chamar algum esquerdista para o debate, para o confronto de idéias, encontrava apenas evasivas ou era coberto de insultos. Quando eu abordava algum deles e questionava sobre a contradição entre se dizer a favor da democracia e gritar vivas, ao mesmo tempo, à ditadura comunista de Cuba, eu era brindado, em vez de respostas, com frases como “não vou discutir com um burguês como você”. O mesmo neste blog: vez ou outra, alguém me cobre de ofensas, inclusive pessoais, mas nunca – nunca, jamais – alguém da sinistra me escreveu para debater qualquer assunto.
É impossível debater com a esquerda, porque ela não quer. Um debate é um momento em que duas ou mais pessoas racionais, num exercício de humildade intelectual, colocam suas teses e crenças à prova, testando-as sob o escrutínio de argumentos contrários e buscando encontrar a verdade. Para tanto, é necessário um mínimo de honestidade e de boa-fé. Não é o que ocorre com os militantes da esquerda. Não se pode debater com eles, pois não há debate possível com quem está plenamente convencido que encontrou a verdade. Afinal, se eu sou o futuro, o outro lado só pode ser o passado; se eu represento o bom, o belo e o justo, meus adversarios só podem representar o mau, o feio e o injusto. Então, para quê debater?
Não há debate quando um dos lados está convicto de que sua crença é a verdade revelada. Nessas condições, o debate vira monólogo, oportunidade de gritar slogans e mero exercício de propaganda ideológica. Nada de revisar o dogma e de contrapor-lhe novos fatos e evidências, mas de reafirmá-lo, de repisá-lo, pois não há nada de novo que possa ser acrescentado; trata-se apenas de repetir o que já está escrito, como faziam os monges da Idade Média. O lado adversário, por sua vez, passa a ser visto apenas como o “inimigo”, um “reacionário”. Diante de um sujeito assim tão incômodo, os esquerdistas fingem um ar estudado de superioridade afetada ou, no caso dos mais idiotas, tascam-lhe logo um “fascista” – epíteto usado para desqualificar todos aqueles que pensam diferente deles próprios, esquecendo-se que essa tática de fugir ao debate e desqualificar o adversário é típica dos… fascistas (eu mesmo, há alguns meses, tive meu discurso tachado de "proto-fascista" por um membro da ala "moderada" do esquerdismo aguado travestido de alto pensamento filosófico).
É impossível discutir racionalmente com alguém que está imbuído de uma “missão” histórica redentora da humanidade, e que tem a necessidade psicológica, exatamente por isso, de reafirmar e reconfirmar o tempo todo essa crença messiânica (tanto para os outros quanto para si mesmo). Qualquer coisa diferente disso – o confronto com opiniões discordantes, por exemplo – não passa, na cabeça dessas pessoas, de um desvio, de uma forma de afastá-las da “luta”. Não se vai para a guerra para debater com o inimigo, mas para eliminá-lo.
A idéia de um debate franco e honesto com um esquerdista, seja radical ou “moderado”, é tão absurda quanto esperar pluralidade de idéias em um partido de esquerda. O conceito de debate, para os esquerdistas, é inseparável da propaganda, está baseado no que Lênin chamava de “centralismo democrático” – o debate é permitido, desde que seja a favor do socialismo… Ou seja: é livre a manifestação do pensamento, mas apenas se o pensamento em questão estiver de acordo com os objetivos da revolução proletária. É exatamente essa reafirmação, intra muros, do dogma que os esquerdistas chamam de “debate”. Qualquer coisa diferente disso – ou seja: qualquer coisa além da própria grei – deve ser evitada e suprimida. Daí que todos aqueles que destoam do coro geral, ou seja, todos os que não são esquerdistas, devem ser reduzidos ao mais absoluto silêncio: transformados em párias, cercados por uma cortina de ferro pelos que controlam os meios de informação (quase todos, hegemonizados pelo unanimismo esquerdista), não se deve sequer mencioná-los.
Mas, se não é possível debater com esquerdistas, o que resta fazer? Resta denunciar suas imposturas, desmascará-los como os charlatães que são, expor suas óbvias inclinações totalitárias. Acima de tudo, pode-se e deve-se retirar o véu que impede que muitos vejam o que tanto se esforçam em esconder: que suas posições são incompatíveis com a democracia. A fuga do debate é uma prova disso.
É claro que o que falei acima vale também para extremistas de outras ideologias. A esquerda, como se sabe, não tem o monopólio da intolerância. Mas jamais vi, pelo menos no Brasil, um professor de Filosofia ou de Sociologia abertamente de direita e que se arrogasse, ainda por cima, a exclusividade do “debate". Jamais vi alguém assim posando de único e legítimo defensor da liberdade contra a censura. Esse papel tem sido exercido, há décadas, pelos esquerdistas, levando ao esquecimento do fato de que, quando se opunham à censura (na época do regime militar, por exemplo) estavam reivindicando a liberdade de expressão e de opinião não para todos, mas somente para eles próprios. A liberdade, enfim, de negar a liberdade para todos os que os questionem. O unico debate admitido pelos esquerdistas é entre eles mesmos. Foi assim ontem, é assim hoje.
terça-feira, setembro 27, 2011
O DIREITO DEVE SER ACHADO NA LEI, NÃO NA SARJETA
domingo, setembro 25, 2011
ONDE O ÓDIO SE ESCONDE
Noam Chomsky e Fidel Castro: todos os ditadores são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros terça-feira, setembro 20, 2011
É PRECISO DAR NOMES AOS BOIS. E O NOME DA CORRUPÇÃO É DILMA ROUSSEFF!
Desde o último dia 7 de setembro, protestos contra a corrupção mais ou menos espontâneos têm ocorrido em todo o país. Em diversos lugares, cidadãos cansados de serem feitos de idiotas pelas "otoridades" resolveram sair às ruas e protestar, sem bandeiras partidárias, contra a ladroagem que impera no Planalto. Já está sendo organizado um protesto nacional em várias cidades para o próximo dia 12 de outubro.sábado, setembro 17, 2011
É POR ESTAS E OUTRAS QUE DEFENDO ISRAEL
Juro que um dia ainda vou descobrir que estranho mecanismo psíquico leva algumas pessoas a, voluntariamente, passarem vergonha. Por exemplo, entrando em blogs alheios para postar cretinices as mais absurdas na área de comentários, mostrando-se em toda sua empáfia e ignorância.sexta-feira, setembro 16, 2011
A ESTUPIDEZ DOS "OUTROS SETEMBROS"
Já é uma tradição: todo 11 de setembro, enquanto a humanidade, compungida, lembra o horror indizível das Torres Gêmeas desabando e levando consigo milhares de seres humanos transformados em pó no maior ato terrorista da História, um bando de zé-manés, leitores de Noam Chomsky e Tariq Ali, aproveita a ocasião para lembrar "outros setembros". Certamente incomodados com as homenagens às vítimas de um ataque cruel e desumano, perpetrado por fanáticos, arranjam um jeito, mesmo assim, de destilar sua raiva contra a maior democracia do mundo, buscando contrapor, ao 11 de setembro "dos americanos", uma data "alternativa": o 11 de setembro de 1973 (queda do governo de Allende no Chile), ou o setembro de 1982 em Beirute (massacre dos refugiados palestinos em Sabra e Chatila). O objetivo é contrapor a memória de outros fatos ao 11 de setembro de 2001, a "data deles", a fim de minimizá-la e abafá-la, reduzindo-a à insignificância. domingo, setembro 11, 2011
MEU TEXTO SOBRE O 11 DE SETEMBRO
Se, depois deste texto, eu sair à rua e não for linchado por uma multidão de petistas enfurecidos e manifestantes anti-EUA, anti-sistema e anti-tudo, vou me dar por feliz. Mas a verdade é que não posso deixar de escrever o que se segue, por um dever de consciência. Como li outro dia: o segredo de aborrecer é dizer toda a verdade. sexta-feira, setembro 09, 2011
UM ANO DEPOIS, O DESMONTE DE UMA FARSA
No último dia do mês de maio de 2010, nove militantes da ONG turca IHH morreram quando soldados israelenses abordaram o navio Mavi Marmara, no Mar Mediterrâneo. O navio era parte de um comboio que se dirigia à Faixa de Gaza, onde pretendia romper o bloqueio militar criado por Israel desde 2006, quando os terroristas do Hamas tomaram o poder na região. 
