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Esse blog devia se candidatar a melhor blog de humor.
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Diante disso, dizer o quê? Os petralhas são mesmo uns comediantes.
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Este é um blog assumidamente do contra. Contra a burrice, a acomodação, o conformismo, o infantilismo, a ingenuidade, a abobalhação e a estupidez que ameaçam tomar conta do País e do Mundo. Seja livre. Seja do contra. - "A ingenuidade é uma forma de insanidade" (Graham Greene)


Alguns anos atrás, o senador José Agripino Maia (DEM-RN) caiu numa armadilha que ele mesmo ajudou a montar. Em uma das inúmeras CPIs para, dizem, investigar mais um dos milhares de escândalos dos petralhas – no caso, o dos dossiês contra adversários do lulanato fabricados nos computadores da Casa Civil da Presidência da República –, ao inquirir a então chefona da pasta, Dilma Rousseff, se ela estava ou não mentindo (como se fosse preciso perguntar...), ele se referiu ao passado da atual presidente. "Se a senhora mentiu a seus interrogadores na prisão, por que não estaria mentindo agora?", perguntou o senador, candidamente. Foi a deixa que Dilma esperava. "O senhor não sabe o que é ser torturado, senador", respondeu Dilma. De um instante para outro, passou de principal acusada num caso de espionagem a mártir e heroína da esquerda, para gáudio dos lulo-petistas. 


Tenho uma dúvida de ordem vocabular: os comentários do dito-cujo "tangem cultura"? Na minha terra, e também no dicionário, o verbo "tanger" significa afastar, conduzir como gado ("tanger a boiada"). Devo entender então que os comentários do Zizek sobre a Noviça Rebelde afastam a cultura, é isso? (A propósito: faz todo o sentido.) Ou o leitor quis dizer a expressão "no que tange a", que tem o mesmo significado de "no tocante a" ou "no que diz respeito a"?
Pelo visto o caro leitor aprecia os comentários de um autor sobre cultura, mas, no que tange à própria, não tem lá muita afinidade. A começar pelo idioma...
Quanto à pergunta, já a respondi. Adiante.
OK, sou um "phodão" porque não estou "afim de" (sic) engolir essa conversa mole de "hipótese comunista" (não depois de 100 milhões de cadáveres – e ainda tem quem ache pouco...). E confesso que não entendo mesmo como alguém ainda vê alguma coisa de positivo nisso. Mas pelo menos numa coisa eu concordo com o Zizek: assim como ele, não aceito a visão de que a situação político-econômica é algo permanente e imutável. Pelo contrário: defendo o ponto de vista completamente oposto, principalmente em lugares como Venezuela, Cuba e Coréia do Norte, onde a "hipótese comunista" veio para ficar. Aqui sou plenamente a favor de "arriscar o impossível" e mandar esses regimes para o raio que os parta, como os árabes estão mandando as ditaduras do Norte da África para o diabo que as carregue. Será que o Zizek diria o mesmo?
O resto nem merece comentário, de tão tosco e rombudo que é. Apenas respondo: sim, a idéia de preservação do meio ambiente é produto do desenvolvimento capitalista; sim, Chernobyl demonstra claramente a falsidade da tal "hipótese comunista" aplicada à ecologia; e sim, gosto de Olavo de Carvalho. O companheiro prefere Emir Sader e Frei Betto?
Quanto ao Parabéns pelo blog "pseudo- intelectual sou phoda": obrigado. Nunca disse que sou um intelectual.Ô gente besta!
A DOUTRINA OBAMA EM AÇÃO (OU: O SIGNIFICADO DE UM APERTO DE MÃO)
A foto acima já está circulando na internet. Ela mostra Barack Hussein apertando a mão do ditador líbio Muamar Kadafi, durante a Cúpula do G-8 que ora se celebra em L'Aquila, na Itália. Barack Hussein faz cara de contrição, como se estivesse confessando algum pecado a Kadafi. Este, por sua vez, não esconde o sorriso de satisfação, parecendo deliciar-se com o momento. Um observador menos atento poderia até achar que é um pai-de-santo atendendo um de seus "filhos" em busca de conselho e orientação espiritual.
Confesso que nem eu, em meus piores pesadelos, poderia imaginar que um dia veria cena tão degradante. O chefe da maior potência mundial, o líder do Mundo Livre, curvando-se ante o coronel Kadafi, o mesmo que Lula chamou de "meu amigo, meu irmão". Dessa vez Barack Hussein conseguiu superar até mesmo o Apedeuta.
Mais surpreendente do que o aperto de mão em si - outro momento "histórico" do governo "histórico" de Obama, como não se cansará de repetir a imprensa obamista - foi a circunstância em que ele ocorreu: a saudação foi dada por iniciativa de Barack Hussein, logo após Kadafi ter insultado os EUA, chamando o país de "terrorista" e comparando-o a Osama Bin Laden. A reação de Barack Hussein à ofensa foi ter corrido até Kadafi e apertado sua mão. Com isso, ele corroborou a afirmação de Kadafi, reconhecendo que os EUA são um país terrorista, comparável a Bin Laden.
Surpreendente, também, mas no pior sentido da palavra, é a forma como a imprensa mundial está tratando o episódio, derramando-se em elogios e rapapés à "atitude altiva" e ao gesto de "estadista" de Barack Hussein. Sim, isso mesmo: a imprensa está aplaudindo Obama por ele ter apertado a mão de um ditador por ele ter insultado seu país e o comparado ao maior terrorista da História...
A ofensa é ainda mais surrealista por ter vindo de quem veio: Kadafi, há 40 (quarenta!) anos no poder na Líbia, onde manda e desmanda com mão de ferro, não é somente um ditador: é um ditador terrorista. Em seu currículo, está uma ampla folha de serviços prestados ao terrorismo internacional, que vai de grupos extremistas palestinos como o Setembro Negro (massacre de Munique, 1972) até o IRA norte-irlandês nas décadas de 70 e 80. Sua obra-prima foi a explosão de um Jumbo da Pan Am sobre a cidade de Lockerbie, na Escócia, em 1988 (270 mortos). Mas, sejamos justos: de uns tempos para cá - mais especificamente, desde que os EUA perderam a paciência com ele e mandaram bomba em sua cabeça, e após o país ter sido ameaçado de pesadas sanções internacionais -, ele tem-se mostrado bastante moderado, até bondoso: imaginem só, ele até aceitou indenizar os parentes das vítimas de Lockerbie...
O aperto de mão entre Barack Hussein e o coronel Kadafi é um gesto significativo. Significa que Barack Hussein quer ficar amigo de ditadores. Significa que ele realmente acredita que o problema do mundo é os EUA, e não bandoleiros como Kadafi ou Bin Laden. Significa que o discurso antiamericano e pró-terrorista finalmente chegou à Casa Branca. Obama deve ter lido e levado a sério a maçaroca antiamericana que Hugo Chávez lhe deu de "presente" alguns meses atrás, "As Véias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano. Só isso explica tamanha complacência com tiranos e assassinos, tamanha inversão da realidade.
Qual será o próximo passo do grande estadista Barack Hussein? Talvez marcar uma partida de beisebol com Fidel Castro, como fez Jimmy Carter. Ou, quem sabe, uma rodada de biriba com Ahmadinejad, enquanto discute com o líder iraniano se o Holocausto existiu ou não. Melhor ainda: um tête-à-tête com Bin Laden nas montanhas do Afeganistão, com cobertura pela CNN e anúncio de mais um feito "histórico" da diplomacia obamista. Entre a decapitação de um infiel e o apedrejamento de uma adúltera, os dois líderes poderão trocar algumas idéias interessantes sobre respeito às diferenças e multiculturalismo.
Na foto em que aparece pedindo a bênção ao tirano Kadafi, Barack Hussein parece estar pedindo desculpas. De fato, é isso o que o gesto demonstra. Kadafi, por sua vez, deve ter pensado: "é, parece que décadas de antiamericanismo raivoso deram resultado; agora sou respeitado e o chefe do Satã imperialista em pessoa vem se rebaixar perante mim e me fazer reverência". Ahmadinejad e Kim Jong-Il podem se regozijar. Pelo visto, terrorism works: o terrorismo funciona. Principalmente se, do outro lado, estiver um governo que prefere capitular a enfrentá-lo.
Tragam o Bush de volta!




http://gustavo-livrexpressao.blogspot.com/2011/01/lula-e-minha-anta.html
http://gustavo-livrexpressao.blogspot.com/2009/10/o-boitata-de-caetes.htmlSe, depois de ler o que está nos links acima, o leitor ainda não souber do que estou falando, só posso concluir que é alguém com uma séria lesão no córtex cerebral. Ou é só um gaiato mesmo que não tem mais o que fazer.







O humorista do recém-extinto programa televisivo Casseta & Planeta é protagonista de um vídeo que circula desde o ano passado na internet. Nele, Madureira aparece no programa Manhattan Connection, do canal GNT, ao lado de Diogo Mainardi e de Lucas Mendes, falando o que pensa do ex(?)-presidente Lula da Silva. Chama-o, entre outras coisas, de vagabundo e picareta. Um caso raro, raríssimo, de artista que não se rende ao politicamente correto quando trata do chefão dos petralhas, o capo di tutti capi. Esbarrei no vídeo um dia desses, por puro acaso. Está aqui: http://www.pimentanamuqueca.com.br/2010/10/06/humorista-fala-serio-e-chama-lula-de-vagabundo-e-picareta/.
O Brasil está ficando cada vez mais parecido com o Irã. Aqui, também temos os nossos pasdaran, a nossa polícia religiosa. Muitos deles vivem do dinheiro que recebem do governo para manter seus blogs com elogios a Lula e a sua criatura, Dilma Rousseff. E ai de quem se atreva a criticá-los! Será condenado à fogueira pelo tribunal petista - ou corre o risco de uma ação penal, como ameaçou um dos petralhas acima. O Irã é uma teocracia. O Brasil virou uma pelegocracia.


