
Este é um blog assumidamente do contra. Contra a burrice, a acomodação, o conformismo, o infantilismo, a ingenuidade, a abobalhação e a estupidez que ameaçam tomar conta do País e do Mundo. Seja livre. Seja do contra. - "A ingenuidade é uma forma de insanidade" (Graham Greene)
terça-feira, fevereiro 19, 2008
A RENÚNCIA DO DITADOR NÃO É O FIM DA TIRANIA

GOVERNO DE PSICOPATAS

"(...) O conceito de que é errado roubar, violentar, atacar, mentir ou fazer qualquer outra coisa que degrade, defraude o outro ou o prive de suas características humanas não é assimilado pelo psicopata.
O psicopata é incapaz de amar. Quando demonstra o que parece remorso, tristeza ou pesar, está manipulando, e a expressão dessas emoções se origina de suas próprias necessidades e não de consideração autêntica por outra criatura. Ele costuma ser atraente, carismático e de inteligência acima da média. Embora seja dado a impulsos, é organizado no planejamento e na execução de seus crimes. Não há cura. Não se pode reabilitá-lo nem 'preservá-lo da desventura criminosa' (...)".
Antes que alguém me acuse, não é minha intenção demonizar os companheiros lulistas. Mesmo se eu quisesse, não poderia demonizá-los, pois os fatos falam por si mesmos. Como diz o Reinaldo Azevedo, não se trata de demonizar os petralhas, mas de denunciá-los. E denunciá-los, convenhamos, é inseparável de algumas conclusões a respeito deles. Tomemos as denúncias de corrupção contra o governo. Quem pode dizer que a ausência de qualquer sentimento de remorso, a atrofia completa de qualquer senso de moral, que caracterizam os psicopatas, se encaixam perfeitamente na forma de os petistas lidarem com o assunto? Diante do último escândalo envolvendo os lulo-petistas, o dos cartões corporativos, o que faz o governo? Reconhece o crime, pune os culpados, pede perdão pelo delito cometido? Não: tenta atirar lama nos que o acusam, querendo com isso fazer com que todos relevem sua ladroagem. Alguém viu, até agora, um membro do alto escalão do governo, ou mesmo do baixo escalão, admitir publicamente que, sim, roubou, e que roubar é errado, é um crime e deve ser punido como tal? Em entrevista às páginas amarelas da Veja desta semana, o secretário-geral do PT, o deputado federal José Eduardo Cardozo, reconhece que o mensalão existiu. É um passo importante, sem dúvida, por destoar do que insistem em dizer os petralhas e seus amigos na imprensa. Mas o que Cardozo diz em seguida? Que houve "equívocos" de "alguns dirigentes", que se deixaram levar por "um pragmatismo equivocado", esquecendo-se do que era o partido original, e que "a questão ética é indispensável na construção de nossas bandeiras". Que questão ética, deputado? Que bandeiras? Fica parecendo que o partido tinha um "patrimônio ético" que se perdeu. O PT nunca teve patrimônio ético, tinha apenas um discurso moralista fajuto para justificar sua própria roubalheira em nome do poder, ou do socialismo, ou do que quer que seja. A raiz da corrupção petista não está num suposto "desvio de rota" da pureza do partido original, como se este fosse um clube de santos que se perderam, mas em sua própria essência original totalitária. Os arquitetos do mensalão e de outras cafajestadas, os Delúbios, os Silvinhos podem tranqüilamente dizer-se fiéis operadores a serviço da causa original petista. Seu "erro", seu "pecado", não foi terem coordenado a roubalheira: foi terem sido apanhados.
domingo, fevereiro 17, 2008
A IDEOLOGIA DOS SEM-IDEOLOGIA

sexta-feira, fevereiro 15, 2008
A VOLTA DOS CAÇA-FANTASMAS

Outro fator que trabalha a favor da legenda áurea esquerdista é o inegável fascínio que as teorias da conspiração exercem sobre o cérebro humano. De fato, nas últimas décadas surgiu uma verdadeira indústria sobre o tema. Com o detalhe de que, em quase todos os casos, os suspeitos são sempre, invariavelmente, representantes da "direita", do establishment, do imperialismo, da CIA etc. Décadas de propaganda nos tornaram todos predispostos, psicológica e ideologicamente, a aceitar as teses mais estapafúrdias, desde que o culpado seja, claro, a direita. Vejam o caso mais famoso do mundo: o assassinato de John F. Kennedy, em 1963. Já surgiram as teorias mais descabeladas sobre o assunto, apontando para a CIA (sempre ela!), a máfia, o complexo industrial-militar, os exilados cubanos anticastristas de Miami, os brancos racistas do sul dos EUA etc. (só faltou o Mickey Mouse e o Pernalonga). Quase ninguém se contentou com a conclusão óbvia, ou seja, que o autor dos tiros foi Lee Harvey Oswald, um sujeito estranho ("ruim de mira", disseram), e com o fato de que todos os indícios apontavam para o envolvimento de Cuba e da URSS no caso, pois Oswald era membro de um grupo pró-Castro, exilara-se na URSS alguns anos antes e requerera, inclusive, sua entrada em Cuba semanas antes dos tiros em Dallas ("era um agente duplo, um provocador a soldo da CIA" etc.). Mas, como sabem todos os que já assistiram ao filme de Oliver Stone sobre o assunto, o culpado só poderia ser alguém na, ou com conexões com, a Casa Branca... Ou seja: havia fortes motivos para aventar a participação não da CIA, da máfia ou de quem quer que seja, mas de um governo estrangeiro - o de Cuba -, com o qual os EUA estavam em guerra, numa trama para assassinar o presidente dos EUA, mas mesmo assim preferiu-se a tese do "atirador isolado e desequilibrado", ou então do "complô-das-forças-direitistas-e-reacionárias-descontentes-com-a-política-progressista-de-Kennedy". Hum...
O mesmo padrão conspiracionista se verificou logo após os atentados de 11 de setembro de 2001. Quem não se lembra? Na ocasião, pipocaram teorias sobre quem teria sido o verdadeiro cérebro por trás dos ataques: a CIA (olha ela aí de novo!), as gigantes do petróleo norte-americano, Bush, o Mossad israelense... Só faltou dizer que foram os mesmos que mataram Odete Roittman e Salomão Ayala. Não faltou quem, como o renomado economista Celso Furtado, cogitou da possibilidade de ter sido o próprio governo estadunidense o autor da atrocidade. Quando ficou claro que os responsáveis pela tragédia foram fanáticos islâmicos, reunidos em torno de Osama Bin Laden, os conspiracionistas mudaram de tática: passaram a tentar justificar a morte de 3 mil pessoas como uma resposta legítima de um povo oprimido contra a opressão do imperialismo ocidental, ou como a revolta da criatura contra o criador... (ainda tenho vivos na memória os textos de Leonardo Boff e de Tariq Ali regozijando-se pela queda das Torres Gêmeas). Ou seja: culpe os EUA, nunca seus inimigos, esse é o caminho.
Tudo isso me dá o direito, creio eu, de desconfiar das "revelações" do suposto ex-araponga uruguaio sobre a morte de Jango. Principalmente quando acabo de ler que Hugo Chávez, o caudilho fanfarrão da Venezuela, declarou que quer exumar o cadáver de Simón Bolívar, que ele considera o "pai espiritual" de sua "revolução", para averiguar as "verdadeiras causas" de sua morte (supostamente, diz Chávez, por envenenamento). Chávez já disse várias vezes que o governo dos EUA planeja matá-lo. A se julgar pela forma como ele se apropriou da história de seu país para falsificá-la, e dos instrumentos da democracia para destruí-la, é de supor que ele é capaz de cometer suicídio somente para botar a culpa no Bush, ou de culpá-lo pela morte de Bolívar. Enquanto a História for vista como uma via de mão única, com os esquerdistas retratados sempre como vítimas e seus adversários, como cruéis vilões, seus fantasmas continuarão a nos assombrar.
VÍDEO CASSETADA
http://br.youtube.com/watch?v=kRiRKKO8HvU
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
RELIGIÃO, UM ASSUNTO DISCUTÍVEL

quarta-feira, fevereiro 13, 2008
McCAIN PARA PRESIDENTE

segunda-feira, fevereiro 11, 2008
DE VOLTA ÀS COISAS SÉRIAS
O.k., o uso abusivo de cartões de crédito corporativos pela petralhada é um escândalo, o maior desde o mensalão. O.k., não se pode dar poder a esses petistas que eles já saem por aí aprontando a maior lambança com o dinheiro público. O.k., as tentativas do governo de - mais uma vez - "blindar" Lula e abafar o caso, tentando atirar lama nos adversários para desviar a atenção de todos, é de um cinismo atroz. O.k., o.k. Tudo isso já está claro como água ou como o céu de Brasília. Afinal, a coisa fede mesmo, e, se houvesse oposição de verdade no Brasil, já seria matéria suficiente para implodir o governo. Mas vou me permitir deixar esse assunto um pouco de lado para me concentrar no que considero um escândalo muito maior, muito mais tenebroso. Por mais escabroso, por mais grotesco que seja o caso dos cartões corporativos, é apenas um escândalo entre tantos, que provavelmente logo será ultrapassado por outro, e esquecido. O verdadeiro escândalo é outro, muito mais sério. Perto dele, as compras de Lula na padaria da esquina "em nome da segurança nacional" e a tapioca de Orlando Silva são fichinha. São nada mesmo. Nadinha. Uma merreca.Dirá alguém que é exagero, que é muito barulho por nada. Que o Foro não é nada de mais, pois, afinal, o próprio nome diz: é um fórum de debates, onde os esquerdistas discutem suas bobagens, algo totalmente inofensivo etc., etc. Respondo, ou melhor, pergunto: onde já se viu um fórum de debates emitir resoluções ao final de suas reuniões? Onde já se viu uma resolução, aprovada unanimente, não ser uma diretriz para a ação política (e ação política envolvendo, vejam bem, o PT de Lula, o Partido Comunista Cubano de Fidel Castro, os narcobandoleiros das FARC e do ELN e os terroristas do MIR chileno, entre outros conhecidos democratas)? Lula já confessou publicamente que, entre outras coisas, manobrou junto ao Foro para garantir a vitória de Hugo Chávez no plebiscito de agosto de 2004 na Venezuela. Já admitiu em público que o Foro foi usado para intervir na política de um país vizinho. Fórum de debates inofensivo, uma pinóia.
Alguém dirá ainda: mas e daí que o tal Foro seja um espaço de articulação estratégica desses movimentos de esquerda, e que seu objetivo declarado seja recuperar na América Latina o comunismo, se o governo do Brasil, o governo de Lula da Silva, já deu mostras mais que suficientes de que não vai por esse caminho, que é, em vez disso, um governo da esquerda moderada, light, "vegetariana", "paz e amor", responsável e democrática? Um governo, enfim, que pode até fazer essa ou aquela concessão retórica aos radicais da esquerda carnívora, mas que está plenamente adaptado à democracia e à economia de mercado?
A isso respondo com uma pergunta: desde quando ter duas caras, cultuar a ambigüidade, mudando o discurso de acordo com a platéia, significa compromisso com a democracia e responsabilidade política? De fato, é só isso que Lula e o PT têm feito, desde a fundação do partido. Assim confundem e desnorteiam seus adversários. Lula recebe, num dia, Bush de braços abertos? Pois noutro dia lá está ele, tirando fotos com Fidel Castro. Discursa perante uma platéia de bem-vestidos empresários e presidentes no Forum Econômico Mundial em Davos? Pois faz o mesmo no Forum Social Mundial, para um multidão de radicalóides esquerdopatas, ou manda alguém em seu lugar. Para muitos incautos ou otimistas, isso é um sinal de moderação e pragmatismo político, uma prova de que Lula, enfim, é capaz de unir os dois pólos, pairando acima dos mesmos, e que o PT é o partido do juste milieu. Tola ilusão. Longe de significar responsabilidade e moderação, esse tipo de transmutação denota apenas falta de honestidade e oportunismo. Ao acender uma vela para Deus e outra para o Diabo, Lula não está agindo como um conciliador, como uma ponte entre dois extremos, mas, tal como o deus Jano, revela ter duas caras, dois discursos, duas agendas. Uma, oficial, a das entrevistas à imprensa e dos encontros com chefes de Estado e outra, clandestina. É aqui que entra precisamente o Foro de São Paulo, como um espaço em que Lula e Hugo Chávez, para não falar de Fidel e das FARC, possam tratar dos objetivos revolucionários do Foro, livres das amarras da política governamental.
Vêem agora por que o discurso das duas caras é inseparável da prática petista? Compreendem por que toda a propaganda em torno de Lula para torná-lo mais palatável à classe média e às elites não passa de uma estorinha da carochinha, um conto-de-fadas? Lula disse em Havana que condenava os seqüestros das FARC como arma política. Como, se ele e as FARC são parceiros no Foro? Como, se ele apóia a ditadura de Fidel Castro, que apóia as FARC, e que mantém cerca de 11 milhões de cubanos literalmente seqüestrados na ilha-prisão do Caribe? Não por acaso, Lula se definiu, um dia desses, como uma "metamorfose ambulante". É esse tipo de doublethink, de duplipensar, que está na base do pensamento e da ação do lulo-petismo: dizer sempre o contrário do que se faz; fazer o oposto do que se diz, a ponto de ser necessário um tradutor para entender o que Lula fala em seus discursos (e não somente por causa dos erros de português). Perceberam porque não se pode dar crédito à "conversão" política dos petralhas?
Dessa maneira, os companheiros petistas agem de forma realmente "dualética", como diz o Reinaldo Azevedo. Ou seja: com duas éticas, duas morais - uma, para consumo externo, para inglês ver, segundo a qual Lula é um governante sério e democrata exemplar, e o PT é o partido mais ético da história da humanidade; a outra, a verdadeira, é aquela que se expressa na prática política do governo e do partido, com o mensalão e os cartões corporativos.
Mas por que quase ninguém percebe isso, denunciando essa farsa monumental, a maior mentira na história "deste país"? Eu poderia arrolar centenas de motivos, mas o mais importante de todos, óbvio, é o controle hegemônico que a esquerda marxista e gramsciana exerce sobre a mídia. Claro, sou um paranóico, você deve estar pensando. Nesse caso, basta nos perguntarmos por que durante 18 anos a imprensa brasileira silenciou sobre o Foro de São Paulo, por exemplo. Impossível ter sido por falta de informação sobre o assunto, como qualquer um pode averiguar facilmente fazendo uma rápida busca no Google.
Há, também, causas circunstanciais. É inegável que, além de uma formidável máquina de propaganda ideológica a seu serviço, Lula teve, também, muita sorte. Sua ascensão política, aliás, foi o fruto de uma série de circunstâncias, quase do acaso. Nenhum petista irá jamais admitir, mas Lula é uma criatura da ditadura militar. Mais especificamente, do "cérebro" por trás do processo de distensão política do regime de 64, o general Golbery do Couto e Silva. O "bruxo", como era conhecido a eminência parda dos governos Geisel e Figueiredo, preparou o caminho para a espetacular ascensão de Lula, foi, na verdade, seu padrinho político, ao apostar na liderança do até aquele momento (fins dos anos 70) obscuro líder metalúrgico do ABC paulista para dividir ainda mais as esquerdas, em especial o MDB e o velho Partidão. Ao mesmo tempo, por meio de sua política da "panela de pressão", permitia que as esquerdas dominassem os ambientes artístico e acadêmico no Brasil, o que também teve reflexos no surgimento do fenômeno Lula. Nesse caso, Golbery cometeu um erro tremendo, entregando a cultura de bandeja nas mãos dos esquerdistas, que assim puderam conquistar, paulatinamente e por meio dos métodos gramscianos de propaganda, a hegemonia na mídia e nas artes, algo essencial ao mito lulista. No final da vida, Golbery, criador do SNI, o famigerado Serviço Nacional de Informações da ditadura militar, se arrependeria de sua mais famosa criação, dizendo que tinha criado "um monstro". Poderia ter dito o mesmo de Lula.
domingo, fevereiro 10, 2008
AVISO AOS NAVEGANTES
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
CONHECENDO "O VELHO"
Sobre a vitória dos EUA contra o México, em 1848:
E continuava:
- "A Alemanha é um povo superior e os latinos e os eslavos, mera gentalha";
- Ainda sobre os eslavos: "Povos piolhentos, estes dos Bálcãs, povos de bandidos";
A cada frase daquelas, o público fremia de indignação mal-contida. Que absurdo! Que intolerância! Que deslavada apologia do imperialismo e do racismo!, pensavam. Quem teria escrito tamanha barbaridade? Hitler? Goebbels? Mussolini? Franco? O general Médici? Após ler por duas horas para os indignados da "festiva", o dramaturgo, recuperando o fôlego, embolsou as notas e perguntou: "Vocês ouviram. O autor ou autores citados já morreram. Quero saber se teriam coragem de cuspir na cova de quem escreveu tudo isso." Perguntou ainda: "Quem pensa assim, e escreve assim, é um canalha?"
A resposta dos presentes foi fulminante: "É um canalha!".
Nelson Rodrigues ainda os advertiu:
"Calma, calma. São dois os autores! Vocês têm certeza de que são dois canalhas? E canalhas abjetos?"
Novamente, os marxistas de salão ali presentes foram unânimes e enfáticos na resposta. Sim, os autores eram dois canalhas da pior espécie. Canalhas abjetos. Se vivos fossem, os convivas não hesitariam em pular sobre seus pescoços e chupar-lhes as carótidas. Sim, escarrariam, felizes, sobre seus túmulos. Sapateariam, feito possessos, em suas covas, maldizendo-os para sempre.
Desnecessário dizer que os grã-finos da "festiva" ficaram totalmente embasbacados com a revelação. Marx e Engels, os criadores do "socialismo científico", os deuses da revolução, "eram paladinos fanáticos do imperialismo, do colonialismo, admiradores dos ianques, russófobos". Tanto que escreveram o seguinte: "A revolução proletária acarretará um implacável terrorismo até o extermínio de todos esses povos eslavos".
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
CONSTANTINE MENGES TINHA RAZÃO

segunda-feira, fevereiro 04, 2008
CHÁVEZ, O TERRORISTA

"PARANÓIA" BEM FUNDAMENTADA
Antecipando-me às críticas que os esquerdistas provavelmente farão ao artigo de Reinaldo Azevedo sobre o Foro de São Paulo, publicado na Veja da semana retrasada, resolvi eu mesmo lançar-me à tarefa de analisar os prováveis argumentos que deverão ser utilizados pela companheirada para tentar desqualificar o artigo e o autor. Ao fazer isso, estou sendo bastante otimista, pois é sabido que esse pessoal, quando contrariado, não tem por costume o debate sobre fatos e idéias, mas unicamente grunhir e partir para o achincalhamento e a agressão pessoal, no pior estilo stalinista. Até o momento, por exemplo, não vi nenhuma refutação ao artigo de R.A., o qual comentei em meu texto anterior. Talvez os companheiros petistas e seus aliados ainda estejam desnorteados com a ousadia sem paralelo de um jornalista falar abertamente, num grande veículo de imprensa, sobre uma entidade cuja simples existência era negada de forma sistemática. Talvez estejam meio ressabiados, pois afinal não poderão mais contar com o silêncio cúmplice de parte da grande imprensa sobre assunto tão cabeludo. Nesse caso, é provável que prefiram ficar na moita, esperando a poeira baixar e todos se esquecerem. Mas aposto quanto vocês quiserem que a linha de argumentação dos petralhas seria mais ou menos assim: .
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